Tanta coisa pra falar, mas cadê?
Sabe aquela angústia de querer por tudo pra fora mas sem a menor idéia de por onde começar?
Pronto.
Talvez nem seja melhor começar.
Eu tô bem, até melhor do que eu imaginava.
Isso basta, por enquanto.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
E sempre...
... recorro ao silêncio como forma de me preservar.
Me manter sã e segura de todas as decisões tomadas.
Sem arrependimentos. Sem olhar pra trás.
Passado, presente e o futuro me espera.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O poder do Opala.
Mais uma vez, aconteceu.
Olhe só: Fui ver um tal de Tunning, só se falava disso na cidade e eu, curiosa que sou, não poderia deixar de conferir.
Caminhando entre os carros e a multidão, avisto de longe um Opala. É, broto! E preto! Lindo, não?
Me aproximei e mal deu tempo de perceber os detalhes, você já estava lá, fazendo estragos na minha cabeça.
Em um segundo começo a pensar que você poderia estar ali comigo, que a gente poderia estar olhando aquele carro e fazendo planos, e pensando em como seria ter uma daquele, viajar, desfilar pela cidade ou até mesmo só pra ter na garagem. A gente ia rir, continuar andando e fazendo as besteiras de sempre.
Eu daria aquelas beliscadinhas nas suas costelas por você falar das "Marias-Gasolina" e você me puxaria pra mais perto quando visse alguém olhando diferente pra mim.
E estaríamos felizes, naquela tarde de domingo ensolarado, planejando o restante do dia e xingando porque logo já seria segunda-feira.
Então o segundo passa, olho pro lado e você não está.
Me volto triste para o carro e percebo que ele não era tão brilhante e conservado como eu tinha pensado.
Era só um Comodoro, de cor preto fosco.
Olhe só: Fui ver um tal de Tunning, só se falava disso na cidade e eu, curiosa que sou, não poderia deixar de conferir.
Caminhando entre os carros e a multidão, avisto de longe um Opala. É, broto! E preto! Lindo, não?
Me aproximei e mal deu tempo de perceber os detalhes, você já estava lá, fazendo estragos na minha cabeça.
Em um segundo começo a pensar que você poderia estar ali comigo, que a gente poderia estar olhando aquele carro e fazendo planos, e pensando em como seria ter uma daquele, viajar, desfilar pela cidade ou até mesmo só pra ter na garagem. A gente ia rir, continuar andando e fazendo as besteiras de sempre.
Eu daria aquelas beliscadinhas nas suas costelas por você falar das "Marias-Gasolina" e você me puxaria pra mais perto quando visse alguém olhando diferente pra mim.
E estaríamos felizes, naquela tarde de domingo ensolarado, planejando o restante do dia e xingando porque logo já seria segunda-feira.
Então o segundo passa, olho pro lado e você não está.
Me volto triste para o carro e percebo que ele não era tão brilhante e conservado como eu tinha pensado.
Era só um Comodoro, de cor preto fosco.
Da raiva.
Que vontade de me devorar.
Arrancar de mim esse coração e agir como se nunca tivesse existido um.
Arrancar de mim esse coração e agir como se nunca tivesse existido um.
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